quinta-feira, 24 de maio de 2012
A Lei da Justiça Ensina Mais do Que Pune
segunda-feira, 21 de maio de 2012
O Pensamento é o Poder Motor da Ação

terça-feira, 1 de maio de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
Avaliando o Planeta Terra
quarta-feira, 4 de abril de 2012
No prefácio de “Ísis Sem Véu”...
No prefácio de “Ísis Sem Véu”, H.P.B. escreve: “A obra que agora submetemos ao julgamento público é fruto de um convívio até certo ponto íntimo com adeptos orientais, e do estudo da ciência a que eles se dedicam. Ela é dedicada a aqueles que estão dispostos a aceitar a verdade onde quer que ela esteja, e a defendê-la, enfrentando de frente até mesmo o preconceito popular (....). O livro foi escrito com toda sinceridade. Ele pretende fazer justiça, e dizer a verdade sem malícia ou preconceito. Mas ele não mostra compaixão pelo erro entronizado, nem reverência por autoridade ilegítima. Ele exige para um passado espoliado o crédito que durante muito tempo foi negado às suas descobertas. Ele propõe uma restituição do que foi roubado, e o resgate de reputações caluniadas mas gloriosas. É apenas neste espírito que são feitas críticas a formas de adoração, crenças religiosas e hipóteses científicas. Homens, agrupações, seitas e escolas são apenas fatores efêmeros de uma época que passa. A VERDADE, estabelecida sobre uma rocha de diamante, é eterna e suprema.”
O Movimento Teosófico a Longo Prazo – The Theosophycal Movement - http://www.vislumbresdaoutramargem.com/2010/05/o-movimento-teosofico-longo-prazo.html
Abraços,
Evaldo.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Responsabilidade luminosa

Responsabilidade luminosa
A luz buscada por toda a humanidade está dentro de cada um.
Quando a pessoa sente a necessidade de descortiná-la, torna-se indispensável fazê-lo.
O brilho de uma vida depende disso.
A luminosidade da alma parte dela mesma.
A aura de beleza e esperança são apenas reflexos da chama que resplandece no interior de cada ser.
Não importam as tempestades que alguém possa enfrentar, no fundo, o indispensável é manter vivo o foco luminoso interior.
Não importam os ventos, as chuvas, os obstáculos ou dificuldades na vida de cada um.
A chama interior é a luz viva que nasce dentro do ser e é de lá que ela tem que ser resgatada.
Ela pode ser mantida acesa, independendo do que venha de fora!
Talvez essa seja a grande responsabilidade de cada um, consigo mesmo, em sua vida.
Talvez essa deva ser eleita a tarefa número um de cada ser: a de alimentar essa chama, no dia a dia, a cada dia.
Como alimentá-la, como mantê-la acesa, como fazê-la brilhar mais intensamente, isso depende de cada um.
O importante é fazê-lo.
Estar atento a essa responsabilidade significa não fugir dela.
Na espiritualidade elevada da prática do Raja Yoga é ensinado que: “Quando se dá um passo em direção a Deus, Ele dá mil passos na sua direção”.
Com uma meta elevada o mesmo acontece: não importa de onde, nem de quem, mas “ajudas” surgem, quando nos movemos na direção de metas elevadas.
Manter acesa a chama da vida é uma meta elevada.
Isso parece simples, e é, mas precisa ser intuído com o coração, mais que pela razão.
Autor: Herbert Santos
Livro: Intuição.com – Você na Nova Era
site http://intuicao.com
Foto: disponibilizada pelo banco de imagens do site stockxpert
quinta-feira, 1 de março de 2012
A Árvore da Fraternidade Universal

Alguns Parágrafos Sobre
a Transição para o Novo Ciclo.
Helena P. Blavatsky
Nota Editorial de 2011
“A Árvore da Fraternidade Universal” é a parte final do ensaio de H. P. Blavatsky “The Beacon of the Unknown” [1]. Publicado pela primeira vez na França, em 1889, o artigo afirma que a tarefa dos teosofistas é construir o movimento esotérico de modo que ele venha a ser uma Arca e um refúgio em tempos difíceis:
“... Uma arca destinada, em um futuro não muito distante, a transportar a humanidade de um novo ciclo para além das vastas águas lamacentas do dilúvio de materialismo sem esperança.”
Na primeira metade do século 21, esta idéia é uma chave para compreender o futuro. Helena Blavatsky não se refere a “transportar a humanidade”, simplesmente. Ela diz que o movimento deve ser capaz de “transportar a humanidade de um novo ciclo” - para além da ilusão materialista.
O novo nasce no meio do velho, e a humanidade do novo ciclo - a humanidade do futuro - nasce da civilização do passado. Cabe a cada indivíduo examinar a que civilização ele pertence, e decidir de qual delas deseja fazer parte. Se optar pela humanidade do futuro, deverá abrir caminho até ela com independência e por mérito próprio, porque, na etapa atual, o caminho ainda pertence aos pioneiros.
Ao ler “A Árvore da Fraternidade Universal” , devemos levar em conta o fato de que a Sociedade Teosófica original deixou de existir alguns anos após Helena P. Blavatsky deixar a vida física, em 1891. Tem havido desde então um movimento teosófico com um grau importante de contraste e diversidade. Nos parágrafos seguintes, portanto, sempre que H.P. B. se refere a “Sociedade”, deve-se ler em vez disso “Movimento”.
(Carlos Cardoso Aveline)
NOTA:
[1] “The Beacon of the Unknown”, (“O Farol do Desconhecido”) “The Collected Writings of Helena Blavatsky”, TPH, Índia / EUA, volume XI, pp.212-283. Ver especialmente pp. 281-283 para o fragmento presente, que conclui o ensaio. O texto foi publicado pela primeira vez em francês em “La Revue Théosophique”, Paris. Ele apareceu parceladamente em várias edições de 1889.
0000000000
A Árvore da Fraternidade Universal
Helena P. Blavatsky
A nossa Sociedade é a árvore da Fraternidade, crescida de um grão plantado na terra pelo Anjo da Caridade e Justiça, no dia em que o primeiro Caim matou o primeiro Abel.
Durante longos séculos de dominação das mulheres e de sofrimento dos pobres, esse grão foi regado pelas lágrimas amargas derramadas pelos fracos e oprimidos.
Mãos abençoadas o transplantaram de um canto para o outro da terra, sob climas diferentes e em épocas distantes uma da outra. “Não faças aos outros aquilo que não desejas que os outros façam a ti”, disse Confúcio aos seus discípulos. “Tenham amor uns pelos outros, e amem todas as criaturas vivas”, pregou Gautama o Buda a seus Arhats. “Tenham amor uns pelos outros”, foi repetido como um eco fiel nas ruas de Jerusalém. É às nações cristãs que pertence a honra de ter obedecido a esse mandamento supremo do seu Mestre em toda a sua força paradoxal!
Que eles se preparem, portanto, para cortar as gargantas uns dos outros, e que exterminem mais pessoas em um dia em guerra do que os Césares mataram num ano inteiro. Que eles despovoem países inteiros e províncias em nome de sua religião paradoxal, e morram pela espada, eles que matam pela espada.
A grande reforma deve acontecer sem convulsão social, sem derramar uma gota de sangue, apenas em nome da verdade axiomática da Filosofia Oriental que mostra que a grande disparidade de fortunas, de posição social e de intelecto, é devida aos efeitos do Carma pessoal de cada ser humano. Nós colhemos apenas o que semeamos. Embora a personalidade física do homem seja diferente da de qualquer outro homem, o ser imaterial nele ou a individualidade imortal emana da mesma essência divina da consciência do seu vizinho.
O provérbio egoísta segundo o qual “a caridade começa em casa”, e o outro que diz “cada um por si e Deus por todos”, levarão sempre as raças cristãs “superiores” a se oporem à introdução prática do belo ditado pagão: “Todo mendigo é como um filho de um homem rico”, e ainda mais daquele que diz: “Alimenta primeiro o faminto, e come, depois, o que sobrou”
0000000000000
O texto “A Árvore da Fraternidade Universal” foi publicado pela primeira vez no boletim eletrônico “O Teosofista”, edição de fevereiro de 2011. Sua publicação online como texto independente ocorre em novembro de 2011.
Visite sempre www.Filosofiaesoterica.com , www.TeosofiaOriginal.com e www.VislumbresdaOutraMargem.com .
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
O movimento depende daquilo que não se move.

O movimento depende daquilo que não se move.
(...) Arjuna parece estar preocupado que todas essas pessoas diante dele sejam mortas na Guerra, que deixem de existir. Krishna diz a ele que aquilo que existe sempre existirá, e aquilo que não existe nunca existe.
É bom que entendamos isso.
A religião sempre disse isso, mas a ciência também começou a falar nos mesmos termos. E é melhor começarmos com a ciência, porque a religião fala dos topos que a maioria das pessoas ainda não atingiu; a ciência fala sobre a base, sobre o chão, onde todas as coisas ficam.
Uma das descobertas mais profundas da ciência é de que a existência não pode ser posta na não-existência. Aquilo que existe não pode ser aniquilado. E aquilo que não existe também não pode ser criado.
Toda essa informação científica e know-how, todos os laboratórios do mundo e todos os cientistas do mundo juntos não podem aniquilar nem mesmo um grão de areia. Tudo o que podem fazer é transformá-lo, dar-lhe novas formas.
O que chamamos de criação do universo, o big bang, também não passa de uma manifestação de uma nova forma - não a criação de uma nova existência, apenas uma nova forma. E o que chamamos de "big crunch" não é a aniquilação da existência, apenas da forma, do formato. As formas mudam constantemente, mas o que está escondido dentro da forma é imutável.
É como a roda de uma carriola, que se move e gira, mas o ponto em seu centro se mantém estático. A roda gira ao redor de si. Aqueles que só olharem para a roda dirão que tudo é uma mudança, um fluxo. Aqueles que também olharem para o ponto central dirão que no centro de todo movimento existe algo que não se move, que permanece estático.
E o mais interessante é que se separarmos a roda do eixo, ela não é capaz de se mover! O movimento da roda depende daquilo que não se move. As formas mudam, mas a mudança depende daquilo que não tem forma, que não é mudado.
Quando Arjuna diz que todas essas pessoas morrerão, ele está falando sobre a forma. Ele está dizendo que todas essas pessoas serão aniquiladas; ele não sabe nada além da forma.
E Krishna está dizendo que não é que as pessoas que você vê hoje não existiam antes - elas existiam antes também: eu estava aqui antes e você estava aqui antes. E também não é que os que estão aqui hoje não estarão mais amanhã.
Não, nós estaremos aqui no futuro também - sempre, para sempre. A existência é do não-começo ao não-fim. (...)
Osho, em "Guerra e Paz Interior: Ensinamentos do Bhagavad Gita"
Publicado no blog palavras de Osho
imagem: Google
sábado, 21 de janeiro de 2012
Parasitismo ou Independência?

Parasitismo ou Independência?
A Dependência Deve Ser Transcendida, Para
Que Surja a Verdadeira Auto-Responsabilidade
The Theosophical Movement
000000000000000000000000000000000000000000000000000000
Segundo a teosofia clássica, a independência individual é
indispensável para que exista um verdadeiro auto-conhecimento.
Sem auto-responsabilidade, não há auto-libertação. A adesão
cega a um grupo leva ao parasitismo dos “rebanhos” inconscientes.
Neles, os cegos são conduzidos por cegos ao longo do caminho
“largo e fácil” que perpetua a ignorância. Porém a indispensável
independência individual é sobretudo interna, e não implica
separação nem separatividade. A independência é relativa: ela anda
junto com a interação e a interdependência que unem todos seres.
O texto a seguir é traduzido da edição de janeiro de 2010 de “The
Theosophical Movement”, a revista mensal internacional editada na
Índia por associados da Loja Unida de Teosofistas. O título original
é “Questions and Answers”, e o artigo foi publicado nas páginas 29-31.
000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000
Pergunta:
Como distinguir a interdependência da dependência, e alcançar o verdadeiro discernimento sobre o que é ser independente?
Resposta:
O processo de crescimento é o avanço desde a dependência para a interdependência. Nós nascemos, em primeiro lugar, porque alguma mulher nos carregou durante cerca de nove meses em seu útero, e nos alimentou. Uma criança abandonada após o parto iria chorar até morrer. As crianças que são alimentadas mas não são acariciadas nem ganham colo, isto é, não recebem amor e calor humano, também morrem. Não existe algo como “homem independente”. Desde a nossa infância, ocorre uma contribuição de muitas pessoas para nós sejamos quem somos. Para as nossas necessidades básicas de alimentação, de roupas e de abrigo, nós dependemos de outros. Também somos emocionalmente dependentes dos outros, e da mesma forma os outros dependem de nós. Observamos esta dependência e interdependência nos reinos inferiores da natureza, e neste caso ela é descrita como simbiose, o que significa uma vida conjunta de organismos diferentes. Mutualismo é uma forma de simbiose em que a relação entre os indivíduos produz benefício para eles. No entanto, o parasitismo é a forma de simbiose em que um indivíduo é dependente e se beneficia às custas do outro. A interdependência pode facilmente degenerar em dependência se recebemos passivamente e sem retribuir. Passamos a usar o outro até o ponto de tirar dele sua energia física ou psíquica.
No momento em que reconhecemos que nós também necessitamos fazer nossa própria contribuição, o processo se torna uma interdependência. Caso contrário somos parasitas, ou, como o Bhagavad Gita assinala, somos apenas ladrões que recebem sem fazer uma retribuição. A lei da fraternidade universal se expressa no processo de cooperação entre os seres. Sabemos que uma cidade entra em completo caos quando os coletores de lixo, ou os químicos e farmacêuticos, ou os motoristas, entram em greve. Quando um país sofre de alguma calamidade, tal como terremoto, tsunami, fome ou recessão econômica, os seus efeitos são sentidos em outros países.
Em última instância, independência e interdependência devem ser elementos de um estudo sobre Carma Coletivo. “Ninguém pode cometer um erro sozinho, nem arcar sozinho com as consequências do erro.” Através das nossas ações boas ou más, nós aceleramos ou retardamos o progresso da raça humana, ainda que em uma proporção muito pequena. Por exemplo, vivendo neste século, temos à nossa disposição comodidades como um transporte melhor, computadores e equipamentos elétricos. Mas isso também significa ter que suportar crime, corrupção e poluição. Este é o aspecto coletivo do carma. Nele nós compartilhamos e suportamos consequências boas e más, pelo fato de fazermos parte do conjunto. Não estamos sozinhos nesta peregrinação. Temos que “chegar ao destino” na companhia de outros peregrinos e não através do isolamento. E no entanto, ninguém pode nos tirar do atoleiro e colocar-nos sob o sol. A mãe pode alimentar o bebê, mas a criança deve comer e fazer a digestão do alimento. Assim, também, nós somos ajudados por seres espirituais, mas cada indivíduo avança tomando decisões certas ou erradas. A interdependência é um fator importante do progresso espiritual, e é através da interdependência que a verdadeira independência é percebida.
A família, a nação, a raça humana, etc., nos deram algumas características, e, como indivíduo, cada vez que erradicamos uma má tendência da nossa natureza pessoal fazemos uma contribuição para a purificação das tendências da nossa família, da nossa nação e da raça humana; estamos mudando seu Carma como coletividade e afirmando a nossa independência. Mesmo vivendo na quarta ronda, Buddha e Shankara possuíram um conhecimento que a média da humanidade só irá adquirir na quinta e na sexta rondas.[1] O sr. William Judge escreve:
“Você pode percorrer a trajetória necessária em 700 encarnações, em sete anos, ou em sete minutos.” Um indivíduo pode avançar à frente da raça humana. [2]
No livro “Letters That Have Helped Me”, William Judge diz:
“Estou cansado das pessoas que bocejam uma e outra vez e são tão norte-americanamente ‘independentes’ - como se os seres humanos pudessem em algum momento ser independentes uns dos outros.” Este é o ponto central da questão. Existe um estado de liberdade positiva, no qual o indivíduo existe como um ser independente, mas unido a outros seres humanos, e em unidade com o mundo e a natureza. Um homem realmente livre desenvolveu a sua divindade até o ponto de ser capaz de viver com outros homens e mulheres sem interferir em suas vidas.
NOTAS:
[1] As Rondas são períodos extremamente longos de evolução das mônadas humanas. O tema é abordado na obra “A Doutrina Secreta”, de Helena Blavatsky. (Nota dos editores de www.filosofiaesoterica.com. )
[2] “Letters That Have Helped Me”, William Q. Judge, Theosophy Co., Los Angeles, p. 21.
Fonte: www.filosofiaesoterica.com e blog www.teosofiaoriginal.com
sábado, 7 de janeiro de 2012
O Despertar da Vontade.




